Ditadura Cultural

” (…) corríamos o risco de incorrer num sistema ditatorial em termos culturais. No fundo, havia uma desigualdade no acesso ao conhecimento e à produção cultural e era isso que a Ama Romanta se propunha a fazer: contribuir, por ínfimo que fosse esse contributo, para o combate a essas ditaduras culturais. Fazendo com que música diferente fosse editada e chegasse ao maior número de pessoas possível. Sabíamos que não íamos derrubar as ditaduras culturais, mas achávamos que, enquanto conseguíssemos resistir, devíamos fazê-lo, mostrando coisas que saíssem do que é convencional e do que é o sistema. Hoje, as ditaduras culturais invisíveis continuam mas de forma diferente.”

João Peste, Entrevista ao Blitz.

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